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Foco, determinação e disciplina são algumas das características que devem fazer parte do perfil de um concurseiro. No entanto, não adianta querer atingir um objetivo qualquer sem saber, de fato, qual atividade está alinhada com seu perfil. Visando meramente o dinheiro, as chances de ser um profissional frustrado e prestar um péssimo serviço à sociedade são grandes.

1. Encontre um sentido além do objetivo em si
Sim, é preciso que a sua escolha tenha uma importância que vá além de um objetivo pontual e raso como “passar em um concurso a qualquer custo”. Segundo Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo, “a falta de relevância, falta de foco e autossabotagem são reflexos dos erros comuns que as pessoas cometem. Se começamos algo que não tem uma real importância, mais cedo ou mais tarde iremos desistir”.
Para o especialista é necessário um sentido que justifique a escolha por esse ou aquele concurso. “Quando começar algo, pense na relevância além do objetivo, ou seja, você não está fazendo um simples concurso, você está garantindo sua a realização profissional”, afirma Barbosa.

2) Prefira cargos na sua especialidade
Apesar da alta procura por concursos para formados em quaisquer áreas, Alexandre Vasconcellos, diretor do CEAV, afirma que eles podem não ser tão vantajosos para o candidato e cita um exemplo: “temos a área fiscal que oferece salários iniciais bastante atrativos, mas que por trás disto possui uma grande cilada para o concurseiro que está iniciando seus estudos, por serem concursos que cobram as mais diversas disciplinas e a maioria delas são estranhas à formação desse candidato. Assim sendo, a probabilidade de um insucesso é grande”, afirma Alexandre.
Já se o candidato escolher concursos dentro de sua formação específica, o especialista declara que a chance de ser aprovado na primeira tentativa é considerável, desde que haja uma preparação de pelo menos seis meses. Sendo assim, Vasconcellos reitera que é preciso ter cuidado na hora de decidir o cargo a ser disputado. “A escolha do cargo é de suma importância, pois como podemos ver, alguns deles necessitam de bastante experiência, conhecimento e para o concurseiro iniciante isso é uma situação perigosa que requer atenção”, explica.

3) Só faça mais de um concurso se for em áreas correlatas

Já fazer concursos como quem atira para todos os lados não dá em nada. Para Alexandre Vasconcelos “fazer diversos concursos ao mesmo tempo em áreas que não são afins é muito perigoso, pois fará com que ele (o candidato) tenha que se preparar em diversos assuntos que por vezes não são correlatos e com isso não irá acumular conhecimentos para a realização do próximo certame”.

4) Respeite seu tempo
Não adianta estudar num ritmo exaustivo de horas seguidas, sem pausa. Isso não faz com que você aprenda mais e pode até deixá-lo doente. Além do mais, por mais que se queira algo, é fundamental que isso não desequilibre sua vida. “Cada pessoa é diferente e possui limites diferentes. Não podemos esquecer que o cérebro, como os músculos do corpo, precisa ser condicionado para melhor se desenvolver. Logo, a quantidade e a qualidade dos estudos precisam ser gradativas e sempre voltadas a fazer melhor hoje do que foi feito ontem", ensina Phillip Gil França, coordenador de cursos do Concurso de Cartório.
Já o tempo que deve ser dedicado aos estudos varia para cada indivíduo, como explica Alexandre Vasconcelos. “Caso ele seja um 'profissional do concurso', ou seja, só estude, durante o dia deve se dedicar pelo menos umas 9 horas de estudos que poderão ser divididas em 3 horas por turno: manhã, tarde e noite. Caso o concurseiro seja uma pessoa que possui dupla jornada, ou seja, trabalha e estuda, umas 3 horas diárias de dedicação é um bom tempo”.




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